Aos novos amigos que pediram minha amizade recentemente e podem pensar que minha página é apenas de textos, esclareço que atualmente venho escrevendo e postando a minha história com Vania, a namorada da minha passada "Idade do Lobo", de apenas cinco meses do ano de 93 do século passado, portanto antes de eu me tornar um velho mesmo nos "anos dois mil", para só então amadurecer, tardiamente como costuma acontecer com a maioria dos homens.
O curioso é que a Vania, com uma bela filha já moça que está morando na França, se tornou minha amiga há uns dois anos aqui no facebook, está acompanhando assiduamente sua história comigo narrada em capítulos e até agora parecia (e dizia) estar gostando muito. Vejam como a vida dá voltas...
Esclareço também que eu tenho um enorme carinho e mesmo gratidão por todas as ex-mulheres da minha vida, e que as admiro tanto, seres tão diversos de nós homens, a ponto de ter criado um heterônimo literário feminino em 2001, a gaúcha pampiana universal Alma Welt (Anima Mundi), prosadora e poeta com quatro romances, centenas de contos, vinte e.books pela amazon, um livro de papel de contos publicado por editora em 2004, crônicas, 500 hai-kais e nada menos que 5.000 sonetos, tudo publicado na Internet em 50 blogs para caber tão prolifera obra, já "cult" e amada por um público seleto. No entanto é interessante notar que a minha Alma Welt, sendo meu heterônimo, é também minha "anima", no sentido junguiano do termo, e portanto minha musa perfeita, o que faz como que minhas ex-mulheres detestem a priori esta minha espécie de auto-suficiência específica (rrrrsss) e tenham quase todas uma atitude de "não li e não gostei", afinal, compreensível, já que elas é que reivindicam secretamente, creio, o titulo de "musas" do artista que passou, embora desastradamente, por suas vidas. Apenas a Eliana, minha mulher há já ininterruptos 25 anos (desde 1994) gosta da Alma Welt a ponto de eu ter reservado para ela, por sua escolha, as postagens dos hai-kais da poetisa.
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16/08/2020
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