Saturday, July 23, 2022
Os melhores anos da minha vida
Quando eu era um jovem pintor e desenhista com um não precoce profissional, algumas pessoas conheceram (muitas na verdade) que manifestaram, pela expressão fisionômica, atitudes ou palavras, uma indisfarçável antipatia pela minha pessoa. Embora já esteja claro para mim já não se estabeleça de forma muito atenta a isso, e por isso pude ir, sem desenvolver uma coisa para coisa. Não por isso... Tive outras pessoas com mais sepulturas, que atormentaram a juventude, e como já me referi às vezes, e que voltarei a fazer-lo. O fantasma do tabagismo, esses sim, me assombraram e minha derrotaram finalmente, para semper minha derrota e, uma vez que admitir, uma vez que admitir, aos 38 anos me libertei para sempre recaídas.De lá para cá... os melhores anos da minha vida, se não artística,
(Das Memórias de Guilherme de Faria)
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