Saturday, January 11, 2020



"Eu nunca me preocupei em ser moderno, vanguarda ou contemporâneo, nada dessas coisas. Eu só tratava de conseguir, no começo a duras penas, gostar do resultado do meu labor numa pintura, desenho ou gravura. Eu simplesmente precisava contentar meu gosto estético, artesanal e poético, já que eu amava tanto as boas pinturas e não podendo tê-las teria que fazê-las. Até hoje sou assim. Não suporto teoria em artes plásticas. Ao ouvir palavras como "conceitual", construção e "desconstrução", levo a mão aos coldres..."

(das Memórias de Guilherme de Faria)

7 de janeiro de 2016 ·

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